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À conversa com Inês Brusselmans

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Chama-se Inês Brusselmans, tem 21 anos de idade e está a frequentar a licenciatura de Direito. Mas na sua mente, está o objetivo de seguir a Investigação Criminal, através do concurso à Polícia Judiciária.
Os seus dias são ocupados essencialmente pela faculdade, pelo seu trabalho e claro, pelo desporto, uma paixão que gosta de praticar várias vezes por semana. Pelo meio, vai encontrando o equilíbrio para estar próxima da família e namorar.

Este, um breve perfil da até há bem pouco tempo 1ª Dama de Honor, título alcançado no concurso Miss Portuguesa 2015, que acompanhou o Presidente da Organização Miss Portuguesa, Isidro de Brito, na visita ao Canadá, realizada de 21 a 25 de junho, no âmbito da promoção da Miss Portuguesa Canadá junto da Comunidade Portuguesa.

Em 2015, Inês Brusselmans participou no Miss Portuguesa, após vários castings e um estágio intenso que decorreu durante três semanas aproximadamente, tendo sido eleita 1ª Dama de Honor, correspondente ao segundo lugar.

Nessa qualidade, teve a oportunidade de representar Portugal em dois concursos internacionais, um deles o quarto maior do mundo, o Miss Supranational, que decorreu na Polónia em novembro de 2015. O outro concurso onde representou Portugal, em janeiro de 2016, decorreu na Colômbia, o Reinado Internacional do Café. Em ambos os concursos, Inês reconheceu que a classificação não foi a mais desejada.

Com base nestas experiências, o ter feito alguns trabalhos relacionados com a moda, o mundo das misses e fotografia, decidiu criar um blog pessoal, onde basicamente fala sobre tudo o que esteja relacionado com ela própria e não necessariamente com as tendências do momento.

Pela 1ª vez na América do Norte e no Canadá, Inês Brusselmans confessou estar a adorar a cidade de Toronto, mas mostrou-se totalmente surpreendida com a dimensão da comunidade portuguesa.
“Eu não tinha noção da comunidade portuguesa que existia aqui no Canadá. É mesmo muito grande”, disse Inês, observando que o sentimento de familiaridade e a proximidade com a língua portuguesa lhe fizeram sentir que não tinha saído de Portugal.

Antes de regressar a Portugal, visitou as Cataratas de Niagara. Um imperativo seu e uma coisa que ela tinha que riscar da sua «check list» antes de morrer.

Em Toronto, a sorridente e simpática Inês conversou com a Revista Amar sobre a sua experiência no mundo das Misses, aproveitando a ocasião para desafiar as jovens lusodescendentes a entrar no concurso Miss Portuguesa Canadá: “Concorram que não se vão arrepender.”

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“O meu maior
objetivo era conseguir representar Portugal internacionalmente e levar a mulher
portuguesa para os outros países.”

 

Revista Amar – Como é que uma estudante de Direito está ligada ao mundo das Misses?
Inês Brusselmans“Eu tinha concorrido num concurso no meu município e a rapariga que tinha ganho no ano anterior tinha participado no Miss Portuguesa. Foi falar conosco sobre a experiência e foi isso que me cativou a concorrer.”

RA – Era algo que a Inês tinha em mente desde pequena?
IB “Não foi um sonho desde pequena porque, confesso, nem sequer sabia que ainda existia o concurso da Miss em Portugal e quando comecei a ter mais ligação com os concursos passei a ter um maior interesse. Depois, o meu maior objetivo era conseguir representar Portugal internacionalmente e levar a mulher portuguesa para os outros países.”

RA – Durante o estágio, quais foram os momentos mais positivos e os menos positivos?
IB“Acho sinceramente que não houve momentos negativos. Houve momentos difíceis. Mas mesmo os momentos difíceis servem para crescermos com eles, e como meio de aprendizagem.”

RA – Na tua opinião, qual foi a parte que terá cativado mais o júri?
IB“Se calhar a simpatia, o sorriso, a comunicação …”

RA – Consideras-te uma mulher bonita?
IB“Sim.”

RA – Ficar como 1ª Dama, foi um resultado melhor do que esperavas?
IB“Foi melhor do que eu esperava, sinceramente. Eu sou um bocadinho assim, fico sempre a duvidar das minhas capacidades. Ao longo do estágio, eu sabia que tinha dado o meu melhor. Pelo que quando cheguei à Gala final, estava de consciência tranquila.”

RA – Rafaela Pardete, foi uma justa vencedora?
IB“Sim, foi uma justa vencedora.” – [ndr: Rafaela Pardete, de 25 anos de idade, foi eleita a Miss República Portuguesa 2015, na Gala final realizada no belo cenário da fonte dos jardins do Palácio Marquês de Pombal em Oeiras. Inês Brusselmans foi eleita a primeira Dama de Honor e Inês Gigante a segunda Dama de Honor.]

RA – Porquê?
IB“Ela era o pacote completo (risos). Era uma pessoa muito simpática. Nas provas, também sobressaiu mais do que nós. Em termos de pontuação, era quem nós todas já esperávamos que fosse a vencedora.”

m6RA – Tiveste o apoio da família?
IB“Tive sempre muito apoio da família. […] O meu namorado também me apoiou bastante. Ele era um grande incentivo.”

RA – Depois de terminado o mandato, o que vais fazer?
IB“Quero continuar ligada ao Miss Portuguesa, sem dúvida. Porque só a partir dos 25-26 anos é que temos de deixar de concorrer nos concursos, porque já não temos a idade. Espero ir a mais concursos internacionais e continuar a apoiar todos os eventos em Portugal. (…) Esta Edição 2016 é uma edição muito forte. Acho que vamos ter boas representantes do nosso país.”

RA – Expetativas para o Miss Portuguesa Canadá 2017?
IB“Espero que haja muitas miúdas a concorrer, porque têm todo o potencial para representar Portugal e até para ganhar o Miss Portuguesa e ir lá fora. É uma experiência única.”

RA – Principais conselhos a dar às potenciais candidatas?
IB“Serem elas próprias. Acima de tudo, terem cuidado com a alimentação. Serem ativas, serem solidárias. Serem mulheres completas.”

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