Açucar: O grão que nos consome - Revista Amar
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Açucar: O grão que nos consome

Aviso! Caso você se sinta bem com o seu peso e satisfeito com a sua alimentação, não leia este artigo!
Você é livre de ter o corpo e o peso que quiser. O importante é que seja uma escolha sua. Agora, se sente que o seu peso está a ter um efeito negativo em si, convém tomar uma atitude.

Sem dúvida que há pessoas que nascem com uma fisionomia mais forte e com uma estrutura óssea mais pesada. Mas, se o seu peso está a prejudicar a sua saúde e a sua qualidade de vida, então esse não é o seu caso. Parece que você está a comer para outro corpo que não o seu. Será?

O corpo é uma ferramenta maravilhosa e vem com um programa de autorregulação incorporado. E sabe quem vai ocupar esse seu corpo durante toda uma vida? Pois é! Isso significa que é você que sofre as consequências se o tratar mal, arriscando-se a um mau funcionamento.

Ora veja, já lhe aconteceu enganar-se e trocar o combustível do seu carro? Porque trocou de carro ou por distração? Provavelmente o carro deixou de funcionar ou “engasgou-se”.

Se pelo contrário, você agarra o compromisso de se cuidar mais, provavelmente vai funcionar melhor. É simples, terá recompensa ou prejuízo consoante cuidar mais ou menos do seu corpo.

O Açúcar

A raiz etimológica da palavra açúcar seria proveniente do idioma sânscrito, língua clássica falada na Índia, Sarkara, que se referia aos “grãos de areia” ou aos “grãos doces”. Falemos então de um dos ingredientes mais utilizados na história da gastronomia. Podemos até dizer que contribuiu para o desenvolvimento das receitas e da culinária mundial.

É visto como um grande vilão e há quem lhe chame a droga do século XXI. Faz parte do gang dos piores inimigos da saúde, pois compromete o equilíbrio alimentar.
Quando se fala em açúcar, sorrimos, reviramos os olhos, encolhemos os ombros, e pensamos “Não, eu não como assim tanto açúcar.”
Engana-se, pois a verdade é que come, e praticamente todos os dias. Estima-se que o açúcar está em 75% da nossa alimentação.

Quer queiramos, quer não, o AÇÚCAR faz parte da nossa rotina alimentar. Está presente na nossa alimentação diária. Muitas vezes aparece camuflado sem nós darmos por isso. Daí que escapar ao açúcar não seja propriamente uma tarefa fácil, mas é importante referir que também precisamos dele.

Quando falamos em açúcares, frequentemente pensamos em produtos processados, e associamos logo ao ganho de peso e obesidade, e ao desenvolvimento de diabetes e outras patologias. Pois bem, os alimentos processados e cheios de açúcar preenchem grande parte das prateleiras dos supermercados. Tomamo-los por inofensivos. Aparecem “vestidos” com embalagens, prontos para consumo, a preço acessível. Parece que estamos a simplificar a nossa vida, mas, no entanto, estamos a enganar o nosso corpo.

Infelizmente a indústria alimentar torna esta guerra contra o açúcar bastante complicada.

Talvez possamos considerá-lo um ingrediente omnipresente. O açúcar está no nosso café, no molho de tomate, na barra de chocolate, no pão de forma, nos cereais embalados, nas bolachas, nos refrigerantes, nas carnes frias, nas barras de cereais, nas batatas-fritas, nos enlatados, na margarina, entre outros.

Ambiguamente, também é verdade que existem vários tipos de açúcares e que nem todos causam problemas, e ainda que o seu consumo moderado e adequado também traz benefícios para a saúde.

Sabemos que os açúcares são muito importantes para o normal funcionamento do nosso organismo. São o combustível preferencial das nossas células, principalmente das que integram o nosso cérebro e restante sistema nervoso, fornecendo energia de forma rápida e criando reservas quando não é imediatamente necessário.
Segundo a Fundação Portuguesa de Cardiologia têm ainda uma função estrutural, incorporando os diversos compostos celulares do organismo.

De acordo com dados e pesquisas nutricionais da Organização Mundial de Saúde (OMS), o consumo diário de açúcar não deve ultrapassar 50 g ou 10% das calorias ingeridas numa dieta saudável.

Principais malefícios do açúcar

De acordo com Dr. Richard Jacoby e Raquel Baldelomar, autores do bestseller “Açúcar, o Pior Inimigo”, é hoje consensual entre a comunidade científica que uma dieta rica em açúcar e hidratos de carbono está diretamente relacionada com o aparecimento de doenças graves como problemas cardíacos, Alzheimer, esclerose múltipla, autismo ou vários tipos de cancro, e até mesmo com o surgimento de dores de cabeça frequentes, enxaquecas ou sinusite.

Estes autores alertam-nos para o desconhecimento geral que existe quanto ao facto de que o excesso de açúcar no sangue provoca a compressão dos nervos, o que leva a uma inflamação crónica local e a respetiva diminuição do afluxo sanguíneo. Este problema, mais comum do que se pensa, faz com que a comunicação entre o cérebro e os órgãos seja interrompida, impedindo o seu funcionamento normal. A investigação mostra-nos que o açúcar está relacionado com a depressão e a demência.

Para não falar no ganho de peso e obesidade, e desenvolvimento de diabetes, maior risco de desenvolvimento de cáries, síndrome metabólico e aumento da adição e dependência.

Dados da Fundação Portuguesa de Cardiologia revelam-nos que quase metade da população portuguesa apresenta excesso de peso e perto de um milhão de adultos sofre de obesidade. Estes números são preocupantes e são produto da prática de hábitos de vida mais sedentários e maus hábitos alimentares, entre outras causas.
Ainda segundo os mesmos autores do bestseller, sabemos que o americano médio consome anualmente cerca de 70 quilos de açúcar processado.

Como se comporta este grão?

Quando consumimos doces, o açúcar também chamado de hidrato de carbono simples, é transformado em glicose na corrente sanguínea. O consumo de doces, principalmente em jejum, faz com que a glicose no sangue (glicemia) aumente rapidamente, libertando a insulina, que é a hormona responsável por permitir que a glicose entre nas células para obter energia.

Os carboidratos são divididos em carboidratos simples, os polissacarídeos e dissacarídeos e carboidratos complexos, os monossacarídeos.

Todos os hidratos de carbono simples são absorvidos rapidamente, especialmente os processados, açúcares concentrados encontrados em xaropes, refrigerantes, doces e açúcar de mesa, entre outros. Hidratos de carbono complexos também são encontrados em frutas, vegetais e laticínios, mas nestes alimentos as fibras e as proteínas são absorvidas lentamente e fornecem nutrientes saudáveis.

Como resultado, dizem os especialistas, o seu nível de açúcar no sangue pode cair drasticamente. Quando você tem um pico muito alto seguido por uma queda muito baixa, faz com que a vontade de comer mais doce persista, gerando assim um ciclo vicioso.

E tudo isso colabora para o aumento de peso corporal, bem como pode desacelerar o metabolismo, dificultar a perda de peso e ainda aumenta o risco de diabetes e inflamações.

Em tom de conclusão, os hidratos de carbono consumidos em excesso, que não são nem utilizados como fonte de energia, nem armazenados como forma de glicogênio, transformam-se em gordura no organismo.

O cérebro com açúcar

O açúcar alimenta todas as células do cérebro e influencia também as suas substâncias químicas.
Comer excessivamente alimentos açucarados pode alterar os recetores cerebrais que regulam a saciedade. Em estudos de laboratório, os ratos que consumiram açúcar tiveram alterações cerebrais que eram semelhantes às de abstinência. Nos seres humanos, verificou-se cientificamente que apenas pela observação de imagens de gelados, as mesmas áreas do cérebro são ativadas, desencadeando uma atividade cerebral semelhante à observada em viciados em drogas.

Pesquisas tendem a indicar que mais do que o próprio açúcar, um padrão de retenção e compulsão alimentar pode levar a comportamentos viciantes e até a alterações cerebrais.

“A agitação sentida após o consumo de doces pode não ser só pelo efeito energético do açúcar em si, mas pelo efeito que o açúcar tem no sistema nervoso central, no sistema límbico, o chamado prazer imediato, no mesmo local de ação de algumas drogas, como a cocaína”, explica a médica nutricionista Debora Froehner, do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná.”

Assim, o açúcar influencia as mesmas substâncias químicas do cérebro que fazem bem à saúde incluindo serotonina e dopamina, tal como as drogas ilícitas.

Segundo estudos realizados pela Universidade de Princeton, o consumo sistemático de açúcar leva à compulsão e à síndrome de abstinência”.

A verdade é que o açúcar provoca uma sensação de prazer e bem-estar que se apodera de nós, atuando de forma semelhante às drogas.

Sintomas de dependência de açúcar

Ceder aos desejos e consumir determinados alimentos, mesmo que não esteja com fome.
Preocupação em reduzir o consumo de alimentos específicos, sentindo-se lento ou cansado por comer demais.
Ter problemas sociais ou de saúde devido a problemas alimentares e, ainda assim continuar a abusar da comida, apesar das consequências negativas.

Comer cada vez em busca de sentir algum prazer ou mudar a forma como se está a sentir (evitar emoções negativas). O açúcar causa dependência e quanto mais ingerimos mais vontade temos de continuar a fazê-lo. Ex: não resistir a uma fatia de bolo ou a um chocolate e não descansar enquanto não tiver comido o pacote de bolachas até o fim.

Utilizar a comida como conforto e não como fonte de energia ou “combustível”. Um dos primeiros sinais de que tem uma dependência de açúcar é quando anseia pelo conforto que o jantar lhe pode oferecer. Em consultório é muito comum as pessoas identificarem uma hora do dia preenchida com rituais “confortáveis” de alimentação. Ex: “ao fim da tarde, a caminho de casa já estou a imaginar o pão com queijo, como é habitual”, “já sei que quando chegar a casa vou comer um prato de massa”; “depois do jantar sento-me no meu canto do sofá a ver a minha novela e a comer umas bolachas”. Uma das formas de acabar com a vontade e criar hábitos está no alterar as suas confortáveis rotinas alimentares.

Recompensa-se com alimentos açucarados? Ex: “mereço este queijinho para desanuviar desta tensão horrível no trabalho”. O nosso cérebro é um órgão inteligente. Já alguma vez se recompensou a si mesmo com um “doce” por ter completado ou alcançado um objetivo a que se propôs? Embora seja bom recompensar-se com algo como uma maneira de se auto motivar, usar o açúcar como recompensa é apenas reforçar um bom hábito com um mau hábito.
Tem “cravings” (desejos) por refrigerantes ou outras bebidas doces? Refrigerantes e bebidas açucaradas contêm grandes quantidades de açúcar. Mesmo as bebidas “diet” ou “zero” contêm grandes quantidades de adoçantes artificiais que são estimados em cerca de 600 vezes mais doces, levando o seu cérebro a pensar que está a comer açúcar, mas na verdade está apenas a fazer com que o desejo por doces aumente.

Tentou deixar o açúcar e não conseguiu? Tal como qualquer dependência (drogas, tabaco ou álcool), a luta contra um hábito como cortar o açúcar da sua dieta pode levá-lo a falhar e aumentar a sua ingestão.

As pessoas podem perder o controle e comer mais do que esperavam. Poderá haver sintomas de abstinência quando ignoram a sua “dose” regular de açúcar. Os sintomas de baixo nível de açúcar no sangue podem incluir ansiedade, tremores, nervosismo ou até suor frio.

É viciado em açúcar, porquê?

Tal como qualquer outra droga, o açúcar é viciante. O açúcar tem invadido o nosso cérebro física e psicologicamente. Além disso, ao longo da nossa vinda a nossa imaginação tem sido bombardeada com publicidade e influenciada por mensagens subliminares que nos levam ao consumo deste ingrediente de uma forma totalmente enraizada na cultura mundial.

É este o poder da indústria alimentar que nos enche os sentidos com tantas fontes altamente irresistíveis. Durante anos a indústria dos açúcares optou por ignorar uma vasta quantidade de evidências que alertavam quanto aos perigos do açucar.

Segundo Dr. Richard P. Jacoby e Raquel Baldelomar, o que realmente causa a dependência é a forma como o açúcar nos faz sentir. Se nos sentimos cansados e com fome, um chocolate vai proporcionar-nos um acréscimo de energia.
Esta dependência já vem de trás. O leite materno, o primeiro sabor com que temos contacto, é doce. Quando éramos crianças, os nossos pais davam-nos, provavelmente, um doce ou uma bolacha para nos recompensar por algo bem feito. Enquanto adultos, é então provável que ainda acabemos por encontrar conforto no açúcar quando nos sentimos aborrecidos, tristes, solitários, cansados ou a descomprimir.

A comida pode ser uma maneira de nos confortar, uma forma de consolo, uma maneira de evitar enfrentar situações ou enfrentar o que realmente está acontecendo.

A restrição funciona?

A palavra “restrição”, já de si não é bem aceite pelo nosso cérebro. Você gosta de restrição? Repare que ninguém gosta.

Dietas de desintoxicação de açúcar levam as pessoas a eliminar tudo o que é doce, incluindo frutas, laticínios e todos os grãos refinados. Desta forma proceder a uma limpeza do seu sistema de açúcar. Mudanças radicais como esta tendem a funcionar por um tempo curto. Após o período de restrição voltamos com maior intensidade aos velhos hábitos que nos são familiares!

Neuroplasticidade

Se alguém é viciado em açúcar, o padrão que o seu cérebro construiu é aquele que diz ao corpo para procurar a coisa mais doce, comê-la e desfrutar da bebida. O cérebro já está tão habituado a esta descarga de energia positiva que já integrada no sistema, garante o funcionamento correto.

Os neurônios de uma pessoa tendem a querer continuar disparando da maneira que sempre fizeram, portanto quando programados a disparar no padrão criado pela ingestão de açúcar, eles vão reforçar o desejo de açúcar.
Sabemos, porém, que através da neuroplasticidade, você pode alterar os padrões do seu cérebro para criar melhores e novos hábitos.

Quando alteramos o nosso comando mental, automaticamente, o nosso organismo trata de obedecer, através de sua sabedoria original, provocando inclusive alterações ao nível dos nossos comportamentos.

Mude agora!

Para começar a mudar, em primeiro lugar é importante descobrir quais os “benefícios” que você ganha ao permanecer gordo.

A comida pode ser uma maneira de nos confortar, uma forma de consolo, uma maneira de evitamento de certas situações desconfortáveis.

Ser gordo pode ser uma boa maneira de se isolar contra o mundo e se “proteger” do sofrimento.
O excesso de peso pode servir de justificação de adiar decisões ou tomar riscos. “Quando perder algum peso vou começar a fazer caminhadas”.

Importante que esteja bem informado sobre os malefícios do açucar e das suas consequências.

Sugestões cognitivas comportamentais no processo

  • Assuma a responsabilidade pela sua decisão de mudança.
  • Estabeleça um objetivo realista da redução de açúcar de acordo com as suas metas. Sejam metas de saúde, estética, questões amorosas, desafio desportivos, isso pouco importa. O importante é arranjar um motivo forte para ajudá-lo a manter a mudança.
  • Mantenha um diário alimentar semanal. Este auto registo consiste num reportar a si mesmo. Ele atua como suporte no equilíbrio emocional e dá-lhe consciência das suas ações e realizações. Assim poderá elaborar um gráfico da sua alimentação, perceber quando, como e porque come. Entender padrões; elaborar um gráfico da sua fome emocional.
  • Não ir dormir ou deitar-se logo após as refeições.
  • Comer de forma consistente; com regularidade e conscientemente. Não salte refeições. Ao ficarmos muito tempo sem comer, perdemos o controlo e surgem os “cravings” ou “desejos de açúcar.” Neste estado mais vulnerável, o organismo vai automaticamente reforçar um hábito antigo. Comer em intervalos regulares de 3 horas pequenas refeições. Não comer doces concentrados ou frutas isoladas como refeição;
  • Recorrer a suplementos nutricionais para equilibrar o corpo. Para colmatar os desejos de açúcar que possam surgir neste processo, recorrer a suplementos vitamínicos até conseguir uma alimentação equilibrada.
  • Exercício físico. O exercício só por si não “cura” o vício do açúcar, mas pode mudar a maneira como você come em geral. As pessoas que entram numa rotina de exercícios, começam a sentir-se melhor consigo mesmas. Assim, têm maior probabilidade de ter outro comportamento saudável como comer menos açúcar. Qualquer que seja o exercício que você preferir, caminhar, andar de bicicleta ou nadar, pratique-o com regularidade na sua semana. Ao fazer exercício a sua energia aumenta e você neutraliza os desejos de açúcar.
  • Durma as horas suficientes. O cansaço vence-nos e altera o nosso metabolismo. Durma o suficiente para estar descansado e com força para ignorar esses desejos, tornando-os pequeninos. Não deixe que a exaustão tome conta de si.
  • Beba muita água (mínimo 1,5l dia). A água mineral é sempre importante para a sua saúde, mas pode realmente ajudar quando se trata de desejos de açúcar. A água hidrata, limpa toxinas, tira a fome.
  • Coma muita proteína. Quando você está morrendo de fome, todo biscoito clama por si. A fome rouba a força de vontade para resistir aos desejos de açúcar. Comer proteína é uma maneira fácil de ajudar a ultrapassar os desejos. Alimentos ricos em proteínas têm uma digestão mais lenta, mantendo-o cheio por mais tempo. A proteína não faz elevar os níveis de açúcar no sangue, como os carboidratos refinados e os açúcares.

Reprogramação Mental

Existem várias formas de programação mental. Recorrendo hipnoterapia e às suas técnicas vai aprender ferramentas que lhe vão permitir uma melhor gestão da sua relação com o açúcar e poder optar por uma vida mais saúdavel.

Objetivos principais:

  • Identificar principais malefícios em manter uma alimentação repleta de açúcar.
  • Identificar principais benefícios em alterar a alimentação.
  • Reforço das razões e benefícios apresentados para o emagrecimento.
  • Trabalhar a sua identidade através de técnicas de visualização.
  • Desbloquear crenças negativas e limitantes.
  • Limpar emoções negativas.
  • Ultrapassar barreiras emocionais que impedem a perca de peso.
  • Entender os “desejos” de açúcar e como se manifestam no corpo e na mente.
  • Identificar os tipos de fome que experiência diariamente.
  • Tomar consciência o que sente é fome, desejo de açúcar ou sede.
  • Aprender a reconhecer aspetos fisiológicos e aspetos mentais da fome.
  • Fome falsa, pede alimentos processados e hidratos de carbono.
  • Fome real, pede por alimentos nutritivos e mais saudáveis.
  • Perceber a importância de respeitar os sinais do seu corpo.
  • Melhorar a comunicação interna corpo e mente, o corpo fala.
  • Reprogramar a sua mente para uma mente mais saudável.
  • Aperfeiçoar competências como a disciplina, planeamento da sua rotina, entre outras.
  • Trabalhar a compulsão alimentar.
  • Promoção da criação de novos comportamentos alimentares.
  • Aprender estratégias hipnóticas de emagrecimento.

Neste processo o principal objetivo é o de conciliar o que o paciente deseja conscientemente com a sua motivação inconsciente.
A falta de motivação e a crença limitadora de que “não consigo emagrecer” são dos principais obstáculos ao emagrecimento.
É frequente depararmo-nos com pessoas que querem realmente emagrecer (consciente) mas para quem a comida representa conforto, gratificação e apoio (inconsciente). Por isso, este é um processo que contempla três dimensões individuais: cognitiva, comportamental e emocional e que requer colaboração ativa e compromisso do indivíduo.
A hipnose para emagrecer ou criação de hábitos alimentares procura, acima de tudo uma alteração do estilo de vida, baseada no aumento da autoestima, autoconfiança, imagem corporal, e eliminação de padrões disfuncionais de comportamento.
Com a motivação certa, criando objetivos realistas, alterando comportamentos e hábitos, qualquer pessoa consegue ter sucesso.
A consulta de hipnoterapia para o emagrecimento, foca-se para além do seu resultado pretendido, em capacitar o cliente com técnicas hipnóticas que o vão ajudar a potenciar e a promover a eliminação e a manutenção de uma alimentação adequada e do peso ideal, gravando e reforçando, uma nova imagem saudável no seu subconsciente.
A Hipnose clínica ajuda a resgatar a motivação, e a mantê-la, mais presente, a cada dia que passa…

Isabel Rebelo

Psicóloga e Hipnoterapeuta

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