O Ano da Morte de Ricardo Reis
Cinema

O Ano da Morte de Ricardo Reis

Sala de Cinema

Fernando Pessoa, estabeleceu um universo paralelo criando uma série de heterónimos para sobreviver à sua solidão de génio. José Saramago, prémio Nobel da literatura em 1998, fez regressar o heterónimo Ricardo Reis a Portugal, ao fim de 16 anos de exílio no Brasil. 1936 é o ano de todos os perigos, do fascismo de Mussolini, do Nazismo de Hitler, da terrível guerra civil espanhola e do Estado Novo de Salazar, em Portugal. Fernando Pessoa, o criador, encontra Ricardo Reis, a criatura. Duas mulheres, Lídia e Marcenda, são as paixões carnais e impossíveis de Ricardo Reis.

Revista Amar - Portugal -O Ano da Morte de Ricardo Reis - filme

 

Ficha Técnica
Filme com argumento e realização de João Botelho e produção de Alexandre Oliveira, que contou com a participação de Chico Diaz, Victoria Guerra, Catarina Wallenstein, Luís Lima Barreto, Dinarte Branco, João Barbosa, Márcia Breia, Luísa Cruz, Gustavo Vargas, Luís Lucas, Ricardo Aibéo, Marcello Urgeghe, Cláudio da Silva, Pedro Lacerda, Paulo Filipe Monteiro, Dinis Gomes, Hugo Mestre Amaro, André Gomes, Francisco Vistas e Rui Morisson entre outros.

Género: Drama

Origem: Portugal

 

Estreia

Estreia em Portugal – 24 de setembro

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O Ano da Morte de Ricardo Reis

Curiosidades

João Botelho explicou alguns detalhes do elenco; por exemplo, o ator brasileiro Chico Díaz faz de Ricardo Reis porque “Ricardo Reis esteve uns anos no Brasil”, disse o cineasta, que acrescentou ainda que Luís Lima Barreto faz de Fernando Pessoa “porque quando o Pessoa morreu, aos 47 anos, parecia que já tinha uns 70 anos”.

Em 2019, Botelho disse que “José Saramago escreveu romances notáveis, criou personagens inesquecíveis e tratou como ninguém a língua portuguesa, sim, essa que nos une a todos, a que nos faz Pátria, como inventou num admirável texto, Fernando Pessoa” e revelou ainda que ficou “irremediavelmente atingido no cérebro e no coração” por este trabalho literário de José Saramago, o único Nobel da Literatura portuguesa.

O cineasta português, que já adaptou obras literárias de Agustina Bessa-Luís, de Fernando Pessoa, Fernão Mendes Pinto, e Eça de Queirós, afirmou ainda à Lusa que “Para estar à altura deste notável romance de realismo fantástico, decidi filmar a preto e branco, para a verosimilhança e a clareza das luzes, das sombras, dos vários cinzentos onde os personagens se vão mover, aflitos ou entusiasmados.” Acrescentou ainda: “nos planos finais, uma explosão de cores deve permitir transportar o espectador para os tempos contemporâneos“, disse o realizador.

Pedro M. Salvador

Fonte: IMDB e FilmeSpot

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